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Escrito por: João Cunha

A viagem a pé até ao pico

I) De onde surgiu a ideia de fazeres a viagem ao pico?

Era uma ideia que tinha em mente algum tempo e surgiu a oportunidade através de uma empresa de turismo durante um fim de semana realizar a subida. Achei interessante e era algo que já queria fazer então aceitei.

II) Tinhas algum objectivo pessoal em mente? 

Não tinha, propriamente, nenhum objectivo pessoal, mas a subida permitiu mostrar a força de vontade e a mentalidade em não desistir, o que existia em mim. Em vários momentos da subida passava pela cabeça desistir mas cada vez estava mais alto o que de certa forma dava motivação para continuar.

III) Quanto tempo demoraste a fazer a viagem?

A subida ao pico demorei cerca de 3 horas a subir e perto de 2 horas para descer, relembrando que acampamos e passamos a noite na cratera do pico, o que foi incrível.

IV) O que foi mais difícil na viagem?

A principal dificuldade foi o trilho ser relativamente longo e sinuoso, muito íngreme e escorregadio. Para além disso tive que controlar água que bebia, pois apenas levei uma garrafa para o topo devido ao peso.

V) Subiste ao ponto mais alto de Portugal, qual foi a sensação?

Foi uma sensação muito gratificante e única e de mais um objectivo concluído.

VI) Sei que vais subir o pico novamente, o que aprendeste com esta viagem que te possa ajudar?

Quero com isso melhorar forma física e aprendi a valorizar o equipamento para a subida. Levar o essencial e mais camisolas polares luvas e gorro para passar a noite pois faz muito frio.

VII) Qual o conselho que darias a uma pessoa que esteja a pensar subir o pico?

Devem apenas levar para o topo da montanha o que é necessário, ou seja é importante ter a noção de que tudo o que levarem é mais um peso que vai fazer com que custe subir ao pico.